Paula Silva…

 

                                                                                          

                                     PAULA….

                                                                                                           

Percebi que és geometria de uma obra incompleta, vives de

Aspirações, paixões, sonhos e ideias, és

Um reflexo constante

Lá muito no fundo és como a aranha, vais tecendo a tua teia em

Avenidas desertas,

 

Sem saberes por vezes onde vais! não te

Importes tu distingues-te, rasgas os Céus e o

Luar

Vais além do quanto eu digo , por vezes,

ardendo em iras terríveis

Autoria: Germosina Moreno,

funcionaria da CNC

Paula Silva…

 

                                                                                          

                                     PAULA….

                                                                                                           

Percebi que és geometria de uma obra incompleta, vives de

Aspirações, paixões, sonhos e ideias, és

Um reflexo constante

Lá muito no fundo és como a aranha, vais tecendo a tua teia em

Avenidas desertas,

 

Sem saberes por vezes onde vais! não te

Importes tu distingues-te, rasgas os Céus e o

Luar

Vais além do quanto eu digo , por vezes,

ardendo em iras terríveis

Autoria: Germosina Moreno,

funcionaria da CNC

A Mulher…

 

 

  

 

MULHER

E O CRIADOR, OLHANDO PARA TUDO QUE ATÉ ENTÃO HAVIA CRIADO, VIU QUE FALTAVA MUITO PARA COMPLETAR O MUNDO QUE HAVIA PENSADO. OLHANDO, VIU O DESLUMBRANTE AMANHECER E A NOSTALGIA DO PÔR- DO- SOL …
A INFINITUDE TRÁGICA DOS ABISMOS E A SEGURANÇA DAS PLANÍCIES …
A VORAGEM DAS CORRENTEZAS E O MARULHAR DAS ONDAS PLÁCIDAS DO MAR …
A FORÇA DAS TEMPESTADES E A CALMA DA BRISA LEVE RITMANDO O BALÉ DAS FOLHAS …
A VALENTIA DO LEÃO E A MANSIDÃO DOS POMBOS…,
  A VIOLÊNCIA DOS VULCÕES E O BRILHO LÍMPIDO DAS ESTRELAS … 
O MISTÉRIO DAS FLORESTAS …
 O BAILAR DAS BORBOLETAS …
A MAJESTADE DA ROSA E O ENCANTO DA TIMIDEZ DA VIOLETA…
A FRAGILIDADE DA FLOR E A SOLIDEZ DAS ROCHAS…,
O ARDOR DO SOL E A PLACIDEZ DA LUA …, 
A FERTILIDADE DO SOLO …
O RENASCER DA VIDA NA SEMENTE…
A DOÇURA DO MEL …
O GOSTO AMARGO DA SAUDADE…
O ACONCHEGO DOS NINHOS…
A SUAVIDADE DO CANTAR DOS PÁSSAROS…
O ENCONTRO, ORA CALMO, ORA TEMPESTUOSO DO MAR E PRAIA…
A MARAVILHA DAS CORES …
A PUREZA DOS LÍRIOS …, 
A SABEDORIA DA NATUREZA … 
A IMENSIDÃO DO MUNDO …
A SOLIDÃO DO HOMEM …! 
E NESSE MÁGICO MOMENTO DE REFLEXÃO, O CRIADOR VIU A POESIA DA VIDA QUE HAVIA CRIADO! ENTÃO, PARA COMPLETAR O MUNDO QUE HAVIA PENSADO, O CRIADOR IMAGINOU UM SER QUE REUNISSE TUDO QUANTO HAVIA VISTO, UM SER QUE PUDESSE TAMBÉM CRIAR  E DAR CONTINUIDADE À VIDA QUE ELE HAVIA CONCEBIDO… 
E NA POESIA DA VIDA, NO DESABROCHAR DA NATUREZA, O CRIADOR, COMPLETOU FINALMENTE SEU MISTER… 
PONDO NESSE ATO TODO SEU AMOR,
 ELE, ENTÃO, CRIOU A MULHER!

               (texto de Maricell  – março / 1998)

retirado do site  PortugalCompanhiaOnline

 

A Mulher…

 

 

  

 

MULHER

E O CRIADOR, OLHANDO PARA TUDO QUE ATÉ ENTÃO HAVIA CRIADO, VIU QUE FALTAVA MUITO PARA COMPLETAR O MUNDO QUE HAVIA PENSADO. OLHANDO, VIU O DESLUMBRANTE AMANHECER E A NOSTALGIA DO PÔR- DO- SOL …
A INFINITUDE TRÁGICA DOS ABISMOS E A SEGURANÇA DAS PLANÍCIES …
A VORAGEM DAS CORRENTEZAS E O MARULHAR DAS ONDAS PLÁCIDAS DO MAR …
A FORÇA DAS TEMPESTADES E A CALMA DA BRISA LEVE RITMANDO O BALÉ DAS FOLHAS …
A VALENTIA DO LEÃO E A MANSIDÃO DOS POMBOS…,
  A VIOLÊNCIA DOS VULCÕES E O BRILHO LÍMPIDO DAS ESTRELAS … 
O MISTÉRIO DAS FLORESTAS …
 O BAILAR DAS BORBOLETAS …
A MAJESTADE DA ROSA E O ENCANTO DA TIMIDEZ DA VIOLETA…
A FRAGILIDADE DA FLOR E A SOLIDEZ DAS ROCHAS…,
O ARDOR DO SOL E A PLACIDEZ DA LUA …, 
A FERTILIDADE DO SOLO …
O RENASCER DA VIDA NA SEMENTE…
A DOÇURA DO MEL …
O GOSTO AMARGO DA SAUDADE…
O ACONCHEGO DOS NINHOS…
A SUAVIDADE DO CANTAR DOS PÁSSAROS…
O ENCONTRO, ORA CALMO, ORA TEMPESTUOSO DO MAR E PRAIA…
A MARAVILHA DAS CORES …
A PUREZA DOS LÍRIOS …, 
A SABEDORIA DA NATUREZA … 
A IMENSIDÃO DO MUNDO …
A SOLIDÃO DO HOMEM …! 
E NESSE MÁGICO MOMENTO DE REFLEXÃO, O CRIADOR VIU A POESIA DA VIDA QUE HAVIA CRIADO! ENTÃO, PARA COMPLETAR O MUNDO QUE HAVIA PENSADO, O CRIADOR IMAGINOU UM SER QUE REUNISSE TUDO QUANTO HAVIA VISTO, UM SER QUE PUDESSE TAMBÉM CRIAR  E DAR CONTINUIDADE À VIDA QUE ELE HAVIA CONCEBIDO… 
E NA POESIA DA VIDA, NO DESABROCHAR DA NATUREZA, O CRIADOR, COMPLETOU FINALMENTE SEU MISTER… 
PONDO NESSE ATO TODO SEU AMOR,
 ELE, ENTÃO, CRIOU A MULHER!

               (texto de Maricell  – março / 1998)

retirado do site  PortugalCompanhiaOnline

 

O QUE QUER UMA MULHER?

 

 
O QUE QUER UMA MULHER?
 
Martha Medeiros
 
Um bebê nasce. O médico anuncia: é uma menina! A mãe da criança, então, se põe a sonhar com o dia em que a sua princesinha terá um namorado de olhos verdes e casará com ele, vivendo feliz para sempre.
A garotinha ainda nem mamou e já está condenada a dilacerar corações.
Laçarotes, babados, contos de fadas: toda mulher carrega a síndrome de Walt Disney.
Até as mais modernas e cosmopolitas têm o sonho secreto de encontrar um príncipe encantado. Como não existe um Antonio Banderas para todas,
nos conformamos com analistas de sistemas, gerentes de marketing, engenheiros mecânicos. Ou mecânicos de oficina mesmo, a situação não
anda fácil. Serão eles desprezíveis? Que nada. São gentis, nos ajudam com as crianças, dão um duro danado no trabalho e têm o maior prazer
em nos levar para jantar. São príncipes à sua maneira, e nós, cinderelas improvisadas, dizemos sim! sim! sim! diante do altar; mas,
lá no fundo, a carência existencial herdada no berço jamais será preenchida.
Queremos ser resgatadas da torre do castelo. Queremos que o nosso
pretendente enfrente dragões, bruxas, lobos selvagens. Queremos que ele sofra, que vare a noite atrás de nós, que faça tudo o que o José
Mayer, o Marcelo Novaes e o Rodrigo Santoro fazem nas novelas.
Queremos ouvir "eu te amo" só no último capítulo, de preferência num saguão de aeroporto, quando ele chegará a tempo de nos impedir de embarcar.
O amor na vida real, no entanto, é bem menos arrebatador. "Eu te amo" virou uma frase tão romântica quanto "me passa o açúcar". Entre
casais, é mais fácil ouvir eu "te amo" ao encerrar uma ligação telefônica do que ao vivo e à cores. E fazem isso depois de terem se
xingado por meia-hora. "Você vai chegar tarde de novo? Tenha a santa paciência, o que é que você tanto faz nesse escritório? Ontem foi a
mesma coisa, que inferno! Eu é que não vou preparar o jantar para você às dez da noite, te vira. Tchau, também te amo." E batem o telefone
possessos.
Sim, sabemos que a vida real não combina com cenas hollywoodianas.
Sabemos que há apenas meia dúzia de castelos no mundo, quase todos abertos à visitação de turistas. Sabemos que os príncipes, hoje, andam
meio carecas, usam óculos e cultivam uma barriguinha de chope. Não são
heróicos nem usam capa e espada, mas ao menos são de carne e osso, e a maioria tentaria nos resgatar de um prédio em chamas, caso a escada
magirus alcançasse o nosso andar. Não é nada, não é nada, mas já é alguma coisa.
Dificilmente um homem consegue corresponder à expectativa de uma mulher, mas vê-los tentar é comovente. Alguns mandam flores, reservam
quarto em hotéizinhos secretos, surpreendem com presentes, passagens aéreas, convites inusitados. São inteligentes, charmosos, ousados, corajosos, batalhadores.
Disputam nosso amor como se estivessem numa guerra, e pra quê? Tudo o que recebem em troca é uma mulher que não pára de olhar pela janela,
suspirando por algo que nem ela sabe direito o que é.
Perdoem esse nosso desvio cultural, rapazes. Nenhuma mulher se sente amada o
suficiente.
moldura, fundo , imagem e textos retirados do msn grupos "portugalcompanhiaonlinepersonlizado"
 
 
 
 

O QUE QUER UMA MULHER?

O QUE QUER UMA MULHER?

Martha Medeiros

Um bebé nasce. O médico anuncia: é uma menina! A mãe da criança, então, se põe a sonhar com o dia em que a sua princesinha terá um namorado de olhos verdes e casará com ele, vivendo feliz para sempre.
A garotinha ainda nem mamou e já está condenada a dilacerar corações.
Laçarotes, babados, contos de fadas: toda mulher carrega a síndrome de Walt Disney.
Até as mais modernas e cosmopolitas têm o sonho secreto de encontrar um príncipe encantado. Como não existe um António preparar o jantar para você às dez da noite, te vira. xau, também te amo.” E batem o telefone
possessos.
Sim, sabemos que a vida real não combina com cenas hollywoodianas.
Sabemos que há apenas meia dúzia de castelos no mundo, quase todos abertos à visitação de turistas. Sabemos que os príncipes, hoje, andam
meio carecas, usam óculos e cultivam uma barriguinha de cerveja. Não são
heroicos nem usam capa e espada, mas ao menos são de carne e osso, e a maioria tentaria nos resgatar de um prédio em chamas, caso a escada
magirus alcançasse o nosso andar. Não é nada, não é nada, mas já é alguma coisa.
Dificilmente um homem consegue corresponder à expectativa de uma mulher, mas vê-los tentar é comovente. Alguns mandam flores, reservam
quarto em hotéizinhos secretos, surpreendem com presentes, passagens aéreas, convites inusitados. São inteligentes, charmosos, ousados, corajosos, batalhadores.
Disputam nosso amor como se estivessem numa guerra, e para quê? Tudo o que recebem em troca é uma mulher que não para de olhar pela janela,
suspirando por algo que nem ela sabe direito o que é.
Perdoem esse nosso desvio cultural, rapazes. Nenhuma mulher se sente amada o
suficiente.

Banderas para todas,
nos conformamos com analistas de sistemas, gerentes de marketing, engenheiros mecânicos. Ou mecânicos de oficina mesmo, a situação não
anda fácil. Serão eles desprezíveis? Que nada. São gentis, nos ajudam com as crianças, dão um duro danado no trabalho e têm o maior prazer
em nos levar para jantar. São príncipes à sua maneira, e nós, cinderelas improvisadas, dizemos sim! sim! sim! diante do altar; mas,
lá no fundo, a carência existencial herdada no berço jamais será preenchida.
Queremos ser resgatadas da torre do castelo. Queremos que o nosso
pretendente enfrente dragões, bruxas, lobos selvagens. Queremos que ele sofra, que vare a noite atrás de nós, que faça tudo o que o José
Mayer, o Marcelo Novaes e o Rodrigo Santoro fazem nas novelas.
Queremos ouvir “eu te amo” só no último capítulo, de preferência num saguão de aeroporto, quando ele chegará a tempo de nos impedir de embarcar.
O amor na vida real, no entanto, é bem menos arrebatador. “Eu te amo” virou uma frase tão romântica quanto “me passa o açúcar”. Entre
casais, é mais fácil ouvir eu “te amo” ao encerrar uma ligação telefónica do que ao vivo e à cores. E fazem isso depois de terem se
xingado por meia-hora. “Você vai chegar tarde de novo? Tenha a santa paciência, o que é que você tanto faz nesse escritório? Ontem foi a
mesma coisa, que inferno! Eu é que não vou

textos retirados do msn grupos “portugalcompanhiaonlinepersonlizado”

 

Tous les Visages…

 

 

Tous les visages me proposent de partir.

Portant il ne faut qu’un seul regard

Pour réveiller les roses de leur sommeil apparent.

J’ai la race d’un quelconque pouvoir

Sur les Dieux qui orignent les secrets mouvements.